A lágrima não expurga as dores da alma. Mas, nos permite revelar o que sentimos mesmo quando nos faltam palavras. Seja, talvez, a mais poética e sublime e pungente expressão do sentir humano. O choro é um desabafo, um lamento, uma tentativa desesperada de aliviar o coração e dar voz àquele grito mudo há muito sufocado. Uma emoção genuína que - de tão verdadeira - nos é involuntária e faz o corpo inteiro transbordar o oceano de sentimentalidades que trazemos dentro de nós.É simplesmente isso que lhes ofereço. Sem métrica, sem pretensões (embora a ausência possa ser a maior de todas elas). São fragmentos: devaneios em verso e prosa. Quem sabe um desatino, metáforas, as vozes dos meus alteregos.
agosto 30, 2008
A lágrima não expurga as dores da alma. Mas, nos permite revelar o que sentimos mesmo quando nos faltam palavras. Seja, talvez, a mais poética e sublime e pungente expressão do sentir humano. O choro é um desabafo, um lamento, uma tentativa desesperada de aliviar o coração e dar voz àquele grito mudo há muito sufocado. Uma emoção genuína que - de tão verdadeira - nos é involuntária e faz o corpo inteiro transbordar o oceano de sentimentalidades que trazemos dentro de nós.
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